segunda-feira, 4 de abril de 2011

Dedicatória à minha grande amiga Anaïs

       Em Quatro de Abril de mil novecentos e noventa e três nasce do ventre de uma grande mulher, uma garotinha tão pequena que mal cabia nos braços de sua mãe. Essa criança se depara com um mundo estranho, confuso e frio e a unica coisa coisa que se passa pela cabeça é a sede pelos ombros quentes e aconchegantes de sua mamãe.
A pequena garotinha aprende a dar seus primeiros passos, suas primeiras palavrinhas. Mas como nem tudo é como parece, o pequeno ser se depara com as primeiras desavenças da vida. O grande amor de sua mãe se transfere para a sola da sandália que com muito receio e cautela golpeia levemente o bumbum da criança que assustada pôe-se a chorar.
A moldagem do caráter da pessoinha meiga começa desde então e fará com que ela crie sua opinião própria e senso crítico.
Após vários anos a garota encontra algo estranho, novo e duvidoso: O que é isso? Porquê choro? O que é essa sensação estranha na barriga?. Ela esta de frente com o maior desafia da vida dela: Entender a essência dos sentimentos. Os olhares tímidos e o sorriso sem graça porém profundo se direcionam para uma outra pessoa que por algum motivo desconhecido apenas a ignora e continua e seguir seu rumo.
Essa garota inocente se depara com uma das piores dores que o ser humano pode sentir: A dor de uma amor incompreendido que de forma bárbara e impiedosa pune o pequeno coração da pequena mulher.
Desafios surgem exigindo da mulher uma grande capacidade de ligar e planejar as desavenças do dia-a-dia. Esta nova e experiente mulher de forma inteligente e muitas vezes intuitiva administra esses "desafios diários" com o objetivo de atingir a tão desejada PAZ.